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O serviço de mensagens Telegram revelou recentemente algumas alterações na sua política de privacidade, que são sublinhadas como tendo em vista evitar a propagação de mensagens terroristas dentro da rede.

 

No entanto, estas alterações colocam também em questão a privacidade do serviço para alguns utilizadores. As novas regras da Política de Privacidade da empresa referem que, em caso de pedidos judiciais sobre casos de terrorismo, informações como o IP e número de telefone dos utilizadores podem ser fornecidos às autoridades.

A empresa sublinha ainda que, apesar de ainda não ter sido necessário fornecer esta informação, caso isso venha a acontecer em algum momento será expresso no relatório semi-anual de transparência. Com isto a empresa também espera encontrar-se dentro das normas do RGPD na União Europeia.

 

Segundo revela Pavel Durov, fundador da plataforma, estas alterações apenas terão impacto para os terroristas que utilizem a rede para as suas atividades. No entanto, nem todos possuem esta mesma ideia sobre as novas regras.

Amlan Mohanty, advogado na Índia sobre especialidade com tecnologias, refere que estas alterações devem ser revistas por todos os utilizadores da plataforma, pois podem permitir às autoridades requerer dados de potenciais “suspeitos de terrorismo” sem realmente o serem.

 

A definição de “terrorista” também poderá variar de pais para pais, com algumas entidades governamentais a poderem considerar o termo diferente sobre atividades diferentes. Como exemplo, para alguns países terrorista pode ser realmente alguém a recrutar pessoas pela plataforma, mas noutros pode ser potenciais utilizadores que estejam com ideias contra o regime local.

 

O advogado também afirma que estas mudanças surgem depois de o serviço ter sido bloqueado na Rússia, devido à empresa não ter cedido com as exigências para fornecer as chaves de encriptação das mensagens para análise por parte das autoridades.

Caso o Telegram pretenda operar na Rússia deve realizar mudanças significativas na sua plataforma para impedir o acesso de outros governos ou deverá comprometer a segurança e privacidade de todos os utilizadores.

 

Seja como for, as mudanças encontram-se atualmente ativas na plataforma, pelo que qualquer utilizador da mesma encontra-se já a reger pelas novas regras.







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